TUDO AINDA
Incêndio na Capital Marilyn escrevia poemas Neve chegou ao estado
preciso aprender a ser filho
Minha filha está grávida
Outra foi morar em Floripa
Chove lá fora Agora Preciso aprender a ser pai O tempo torna as coisas urgentes E eu simplesmente Cada dia, menos sei Onde foram parar As certezas que carregava Em minha bolsa de couro cru No início dos anos oitenta? Preciso aprender a ser avô Preciso aprender a ser eu Preciso aprender Preciso!




8 Comments:
Ah, que enorme alegria o teu regresso, meu querido amigo!!
Quanto ao post, o que precisamos todos é aprender a viver.
Um enorme abraço.
Caro Amigo Paulo
Faço minhas as palavras do São. É imensa a minha alegria em voltar a ler a tua poesia.
Espero resposta a um email que enviei há algum tempo sobre um dos "recuerdos".
Um grande abraço
Pedro
Vida é isso mesmo...uma constante necessidade de aprendizado.
Será que voltou mesmo dessa vez? Haha
Saudade desse teu canto.
Bjos
Tenho um blog sobre curiosidades e gostaria de saber de você se haveria a possibilidade de você me ajudar
colocando o link do meu blog no seu e eu faria o mesmo com o seu,meu nome é Luciano e sou Bombeiro Militar
no Rio de Janeiro,
parabéns pelo trabalho que vem fazendo com seu blog e fico aguardadando sua resposta
Curiosidades
http://centraldascuriosidade.blogspot.com/
Tenho um blog também sobre bombeiros
Vida de bombeiro
http://www.heroisdavida.blogspot.com/
Mensagens e poemas:
Mensagens
http://centraldoamorvirtual.blogspot.com/
Meu time de coração,Fluminense:
Fluzão
http://fluzaoeterno.blogspot.com/
Visite os meus blogs e veja se pode me ajudar colocando o link de algum deles no seu,um abração
Caso tenha interesse entre em contato comigo pelo email lmturl@gmail.com,mandando mensagem em qualquer blog meu
ou pelo orkut http://www.orkut.com.br/Main#Profile?rl=ls&uid=5076013500225631247
MSN; bombeiro_dorio@hotmail.com
Você sempre soube ser pai, ser você, e agora aprenderá a ser avô... és divino maravilhoso.
Belo texto!
Um beijo, Pai.
Paulo! Quanto tempo!
Paraste de escrever e, depois de um tempo, deixei de entrar todo dia para ver se tinhas voltado. Quase perguntei às meninas o que havia acontecido, mas, como nossa amizade, paradoxalmente, nunca foi "pessoal", esperei voltar o poeta, me especulando o que acontecera ao homem.
Nesta nostalgia de fim de ano, entrei para reler teus poemas e eis que acho um "novo". Tomara que a espera seja mais curta desta vez, pois voltarei a procurar todos os dias.
Abraço, F
Ei Paulo,
vou passando e deixando meu abraço e o desejo de tudo de bom nesse ano que agora se inicia.
Viva bem!
Muita saudade de respirar estes ares tão poeticos
Abraços
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